Mar 14, 2006

Justiça aos olhos de quem? Linguagens dos filmes de cárcere


Revista Alceu / PUC-Rio / n.10

Resumo: O ensaio pretende fazer uma análise comparativa de três longa-metragens brasileiros recentes que têm em comum o mesmo tema: a justiça e o sistema carcerário. Os filmes Justiça, de Maria Augusta Ramos, O prisioneiro da grade de ferro, de Paulo Sacramento, e Carandiru, de Hector Babenco, embora abordem o mesmo objeto, usam linguagens cinematográficas diferentes. Pensar as linguagens específicas de cada filme, e como o público as interpreta, é o eixo central deste trabalho que tem ainda no cinema de Eduardo Coutinho e de Dziga Vertov exemplos a serem considerados, bem como fundamentos teóricos em Edgar Morin, Susan Sontag e Robert Stam, entre outros autores.

 

Abstract: The text “Justiça aos olhos de quem? Linguagens dos filmes de cárcere” intends to make a comparative analysis of three recent Brazilians films that have the same subject in common: the justice and the jail system. Even thought he films” Justiça”, by Maria Augusta Ramos, “O prisioneiro da grade de ferro”, by Paulo Sacramento, and “Carandiru”, by Hector Babenco, approach the same object, they use different cinematographic languages. Thinking the specific languages of each film, and how the public interprets them, is the central axle of this work that has in the cinema of Eduardo Coutinho and Dziga Vertov, examples to be considered, as well as theoretical beddings in Edgar Morin, Susan Sontag and Robert Stam, among others authors.



<http://publique.rdc.puc-rio.br/revistaalceu/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=178&sid=22>

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